Pesquisa científica

Assim que as frequências de Cura Reconectiva começaram a mostrar os primeiros resultados, surgiu um interesse da comunidade científica por provar a sua veracidade e entender o seu funcionamento. Diversas pesquisas têm sido feitas com praticantes e clientes de Cura Reconectiva. Abaixo, você pode conhecer alguns dos resultados.

Estudos bioenergéticos realizados em profissionais de cura reconectiva e aqueles que estão sendo tratados, por Gary Schwartz, Ph.D, Universidade do Arizona.

O estudo tinha como objetivo determinar se a energia da cura reconectiva era algo real e mensurável em laboratório. Para isso, diversos praticantes de cura reconectiva atuaram como emissores, enquanto voluntários foram os receptores. A primeira bateria de testes mostrou que sujeitos com olhos vendados poderiam detectar a energia até 83% do tempo. A segunda bateria mostrou que a energia funciona como um sinal eletromagnético. E a terceira bateria mostrou que a onda cardíaca do emissor, medida por eletrocardiograma, foi impressa dentro da onda cerebral do receptor, que foi medida por um eletroencefalograma. O mais significativo nesta terceira experiência foi que não importava se o receptor estava ou não consciente da energia, os estados cerebrais responderam da mesma forma, evidenciando que o cérebro de alguma forma inconscientemente detecta e recebe a energia sem a necessidade de pensamento, fé, esperança ou crença.
(http://lach.web.arizona.edu/publications)

Comparação de fisioterapia com cura energética para melhorar o alcance de movimento em sujeitos com mobilidade restrita de ombro, por Ann Linda Baldwin, Ph.D. e Gary Schwartz, Ph.D., Universidade do Arizona.

Duas formas de cura energética, a cura reconectiva e o reiki, foram testadas quanto à eficácia contra a fisioterapia para aumentar a amplitude de movimento limitada da elevação do braço no plano escapular. Esse estudo mostrou que uma sessão de 10 minutos de cura reconectiva conseguiu melhorar significativamente a amplitude de movimento e reduzir a dor relatada pelos participantes. Esse resultado foi maior do que o obtido tanto pelo reiki quanto pela fisioterapia. Para a amplitude de movimento, a cura reconectiva melhorou em média 26 graus de amplitude, enquanto o reiki melhorou 20 graus e a fisioterapia apenas 12 graus. Em relação à diminuição da dor, a cura reconectiva mostrou melhorar 23,9%, contra 10,1% do reiki e 11,5% da fisioterapia.
(http://bit.ly/2nNrJnF)

Experiências de cura avaliadas com câmera eletrofotônica, por Konstantin Korotkov, Doug DeVito, Kimba Arem, Krishna Madappa, Berney Williams, Len Wisneski.

Esse estudo buscou registrar, através da técnica de imagem eletrofotônica, as mudanças que ocorreram nas pessoas que receberam cura reconectiva. Dois instrutores de cura reconectiva facilitaram sessões para cinco voluntários, que tiveram as emissões de energia dos dedos captadas e medidas, antes e depois das sessões. Um aumento de energia foi registrado para todos os participantes. As alterações foram estatisticamente significativas para três dessas pessoas. Também foram registradas reduções no parâmetro de entropia, o que significa uma harmonização das condições dos participantes.

Também foi usado um sensor para medir o sinal de energia da sala a cada 5 segundos, de forma automática, durante todo o seminário. Esses dados foram computados e classificados de acordo com as atividades que foram realizadas (pausa para almoço, reinicio da oficina, introdução da cura reconectiva, meditação, tratamento com Didgeridoo). Os gráficos mostram que a maior reação foi quando um dos instrutores apresentou a cura reconectiva e treinou as pessoas para sentirem as frequências. A diferença de parâmetros tanto da atividade anterior quanto da posterior foi estatisticamente significativa.
(http://journals.sfu.ca/seemj/index.php/seemj/article/view/467/428)

A ciência confirma a cura reconectiva, por Dr. Konstantin Korotkov

Nesta publicação, o Dr. Konstantin Korotkov descreve o resultado de diversos experimentos que exploram os efeitos da cura reconectiva. Em um dos estudos, um grupo de médicos, pesquisadores, terapeutas e atletas olímpicos foram treinados para interagir com as frequências de cura reconectiva durante seis horas ao longo de dois dias. Cada um dos participantes foi medido antes, durante e depois do experimento, com várias metodologias de teste, incluindo o uso do EPC, que mede os campos de bioenergia em torno do corpo de uma pessoa. Cada um dos sujeitos experimentou um aumento significativo nos seus níveis de energia, com um aumento médio de 22% ou mais. Os participantes relataram que podiam sentir claramente as frequências e os benefícios que eles estavam experimentando em seus corpos. Outro experimento, também realizado com atletas, produziu resultados ainda mais expressivos. Como parte de um protocolo duplo-cego, atletas olímpicos russos e atletas de classe mundial foram recrutados para serem medidos antes e depois de uma sessão de cura reconectiva em uma variedade de parâmetros, como frequência cardíaca, pulso, ritmo, reservas de energia, velocidade de recuperação e parâmetros sanguíneos. Dez dias após a sessão de cura reconectiva, as medidas, comparadas com a linha de base, mostraram uma melhora das atividades metabólica, imunológica, antitoxina e antioxidante no corpo, bem como da função cardiovascular e diminuição da pressão arterial.
(Korotkov, Konstantin. Science confirms reconnective healing: frontier science experiments. Paperback, 2011)

Estudos de Coerência conduzidos em praticantes de cura reconectiva, por Gary Schwartz, Ph.D., Universidade do Arizona.

Esse estudo procurou analisar a frequência cardíaca e a variabilidade da frequência cardíaca dos praticantes de cura reconectiva, comparando-os com estudos anteriores que mediram pessoas em meditação, mestres de Qi Gong e mestres de Reiki. Os resultados mostraram que, durante as sessões, tanto os praticantes de cura reconectiva quanto seus clientes entraram em um estado de cura dramaticamente melhorados. Os praticantes experimentaram um estado em que ocorreu uma acentuada e significativa atividade cerebral e cardíaca. Este estado, chamado “quiescência emocional”, está associado com consciência extrema, sentimentos de paz e conexão com o campo de energia universal. Isso excede em muito qualquer estado que é tipicamente visto com outras modalidades de cura energética, apresentando as primeiras evidências de que a cura reconectiva é algo novo e diferente do que já existiu no planeta até agora.
(Schwartz, G., & Simon, W. The energy healing experiments: Science reveals our natural power to heal. New York: Atria Books, 2007.)

Teste de longevidade de folhas, por Melinda Conner, Ph.D. e Gary E. Schwartz, Ph.D., Universidade do Arizona.

Nesse estudo, foram colhidas folhas de uma planta (separadas do caule) e deixadas para morrer. As folhas foram selecionadas e combinadas por tamanho e consistência. Em cada experiência um par de folhas era submetido; uma folha de controle foi deixada para morrer naturalmente e a outra folha foi submetida a uma das várias modalidades de cura. As folhas de controle morreram em 3 a 12 dias. A outra folha, que recebeu alguma modalidade de cura energética (Reiki, Qi Gong ou Cura Reconectiva), durou aproximadamente 90 dias – oito a dez vezes mais tempo. Mas foi registrada uma distinção interessante: com o Reiki, a recuperação da folha começou rapidamente e depois desapareceu; com Qi Gong, começou mais lentamente e durou mais. E com a Cura Reconectiva, a recuperação foi a mais rápida e durou mais tempo, e em algumas folhas, até as raízes foram regeneradas!
(Schwartz, G., & Simon, W. The energy healing experiments: Science reveals our natural power to heal. New York: Atria Books, 2007.)

Investigação experimental sobre um workshop de cura reconectiva, por William A. Tiller, Ph.D. Universidade de Stanford.

Esse estudo analisou como as propriedades físicas de uma sala mudaram como resultado das frequências de cura reconectiva que entraram nesse espaço. Os estudos foram conduzidos e duplicados durante os seminários de cura reconectiva em Sedona em 2006, Los Angeles em 2007, Los Angeles em 2008 e Los Angeles em 2009. Foi medida a mudança de energia dentro da sala antes, durante e após os seminários onde as pessoas estavam praticando cura reconectiva. Houve um aumento acentuado na energia termodinâmica livre na sala. Comparando esta mudança para o que se veria se fosse uma medida simples de energia, a temperatura da sala teria aumentado em 300o C Mas com a cura reconectiva, ainda que a temperatura ambiente real não mude, a quantidade de energia, luz e informações que preenchem a sala efetivamente mudam. Os dados mostram que a entropia declina durante a cura reconectiva, permitindo que a coerência prevaleça. A entropia é o estado natural de declínio quando todas as coisas não são mantidas juntas por uma força, atenção esforço e foco. A entropia causa envelhecimento, caos, decomposição e doenças. Assim, quando a entropia diminui, maior coerência ou ordem está presente.
(http://www.tillerinstitute.com/white_paper.html)

Estudo sobre o impacto que a cura reconectiva tem no DNA, por Glen Rein, Ph.D., Diretor Quantum Biology Research Labs, NY.

Esse estudo foi concebido para investigar que impacto a cura reconectiva tinha sobre o DNA humano. No experimento, o DNA recebeu um choque de calor ou eletricidade. Sabe-se que quando recebe um choque, o DNA se desenrola. Se for deixado a se recuperar sozinho, irá rebobinar ao longo de um período de tempo específico, tendo a luz como rebobina. Usando um espectrofotômetro, Rein submeteu o DNA em recuperação a várias modalidades de cura: Reiki, Johrei, Jin Shin e Cura Reconectiva. Com Reiki, Johrei e Jin Shi, o DNA rebobinou mais devagar do que a norma estabelecida. Com a Cura Reconectiva, rebobinou mais rápido. Além disso, no DNA submetido à Cura Reconectiva encontrou-se evidências de que esta forma de cura corrigiu alguns defeitos inerentes ou preexistentes no DNA.
(http://www.innobioteck.com/scientific-articles.html)

Estudo das mudanças de energia do corpo na cura energética livre de toque, por Drs. Koji Tsuhiya, Toshiaka Harada, Hiroshi Motoyama.

As alterações nas condições energéticas do corpo foram medidas pelo AIM (Aparelho para Identificação Meridiana) através de três sessões de cura reconectiva realizadas num indivíduo que tinha membros inferiores emaciados e que não pôde caminhar durante 6 meses antes deste estudo. Antes da sessão de cura reconectiva, foram detectadas deficiências significativas de energia Qi e desequilíbrios esquerdo/direito na parte inferior do corpo do sujeito, sugerindo uma condição em que uma quantidade substancial de Qi tinha se deslocado para a parte superior do corpo (+ 23%) e, consequentemente, o Qi na parte inferior do corpo tinha sido esgotado. Um desequilíbrio superior/inferior semelhante foi detectado na função do sistema nervoso autônomo e na função protetora do corpo, indicando que seus níveis de atividade na parte inferior do corpo foram significativamente diminuídos. À medida que as sessões progrediam, tanto as deficiências de energia Qi quanto os desequilíbrios esquerdo/direito na parte inferior do corpo foram corrigidos e o equilíbrio normal da distribuição de energia Qi no sistema meridiano do sujeito foi restaurado. Esta restauração do equilíbrio parece ter sido realizada redistribuindo a própria energia Qi do sujeito. Concomitantemente com esta reposição de Qi, os níveis de atividade da função do sistema nervoso autônomo e da função protetora do corpo na parte inferior do corpo do sujeito foram aumentados. Esses resultados sugerem fortemente que a revitalização funcional no sistema corporal do sujeito ocorreu particularmente na parte inferior do corpo como resultado da cura reconectiva. Este estudo fornece suporte para a realidade do ajuste de energia Qi na chamada cura energética livre de toque, apesar da ausência de interação física entre o sujeito e o curador.
(http://journals.sfu.ca/seemj/index.php/seemj/article/view/451)

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