Depoimentos

“Super obrigada por hoje. Pedro falou que você parece mágica. Fez o pé e a cabeça dele mexerem e a dor do joelho sumir!!! Voltou animado, e eu preocupada dele reclamar… Ele voltou tão encantado, eu nem sabia que o joelho estava doendo, que quer que eu grave um vídeo dele jogando bola porque vai fazer um gol para você e quer que eu te mande… Gratidão, querida🙏🙏”
Patrícia, sobre o filho de 10 anos, Pedro. 

“Energia alinhada, corpo e mente em equilíbrio e muito carinho na “aplicação”. Isso é o que fui buscar na sessão que fiz. Quem me conhece sabe que sou exigente em quase tudo, principalmente nas minhas escolhas.Tinha dores no ombro há 10 anos e na planta do pé há 7 meses e uma tristeza interior que ainda caminha comigo. Hoje me sinto muito melhor, usei salto sem dor e acordei com ombro sem dor também! Por isso estou aqui testemunhando, indicando e parabenizando você que sempre está pensando em como ajudar o próximo. Fabiana Turci muito obrigada.”
Mônica, 52 anos, produtora.

“A vivência superou minhas expectativas, me trazendo sensações físicas nítidas, justamente nas áreas do corpo em que eu estava precisando de mais equilíbrio! Após a sessão, vivi um profundo relaxamento e desbloqueio emocional, que veio em forma e pensamentos e sentimentos de muito amor e paz! A terapia funciona no total do seu ser e continua acontecendo da porta pra fora! Gratidão imensa às mãos amorosas da querida Fabi!”
Daniela, 31 anos, psicóloga.

“Experimentei. Vivenciei. Recebi mais do que esperava. As dores físicas, principalmente musculares, desapareceram e não voltaram como ocorre em uma massagem. O maior benefício, porém, é a sensação de bem-estar, de equilíbrio, de paz. Na última consulta sai renovada, sem cansaço e sem qualquer dor.”
Fátima, 62 anos, jornalista.

“Porque partilho a vida com a minha amada Fabi, fui uma das primeiras pessoas a se beneficiar da Cura Reconectiva por suas mãos. Tinha três queixas frequentes, duas das quais desapareceram após a primeira sessão (fiz três). A última, que tem relação com questões estruturais do corpo, melhorou demais após a última sessão. Mas cada sessão não para aí, ela traz um conforto e um bem-estar que vai além de sintomas. É uma experiência estésica de conexão. Ou de reconexão com o próprio corpo…”
Teofilo, 37 anos, funcionário público.

“Fiz uma seção de cura recognitiva há alguns dias e foi uma experiência de muita paz e harmonia. Cheguei com muita dor na minha perna esquerda e ansiosa, mas não falei nada, porque meu objetivo era conhecer a técnica e vivenciar. Ao fechar meus olhos, eu senti como se fosse ampliada a minha percepção sobre as necessidades do meu corpo. Em um primeiro momento, a dor na perna se intensificou, mas logo comecei a relaxar e minha respiração foi ficando tranquila e a dor foi passando. Foi realmente ótimo, porque durante as primeiras horas depois da sessão, eu só pensei em coisa positivas e uma sensação de alegria e paz se estabeleceu. Adorei!!! Muito obrigada mesmo, Fabiana Turci!”
Clezia, jornalista.

“Superou TODAS as expectativas. A experiência é quase inexplicável (no durante) – uma sensação tremenda de paz tomou conta de mim em todas as dimensões: física, emocional e espiritual. Eu simplesmente me senti outra após aqueles 30 minutos: reequilibrada, sentido minha vida de outra forma e com uma clareza mental quase mágica. Não abro mão mais desse tratamento: já passou a fazer parte das terapias alternativas da minha vida… para toda a vida! Vale MUITO a pena se dar esse presente – principalmente por estar nas mãos de uma pessoa tão iluminada, que nos contagia só por estar perto!”
Renata, 31 anos, relações públicas.

“A cura reconectiva foi uma descoberta muito importante para mim. Há alguns anos venho me dedicando a uma reconexão comigo mesmo. E neste caminho tive vivências com plantas de cura e ritualísticas de diversas matrizes. A experiência com a cura reconectiva, no entanto, abriu uma nova possibilidade. Permitir o atravessamento do outro nesse processo tão íntimo que é a reintegração de si mesmo. Um atravessamento que se dá de forma impressionante, porque ao mesmo tempo que opera na distância, com o poder das mãos, reverbera de forma concreta pelo corpo, movimentando nossos mecanismos pessoais e nossas questões mais profundas.”
Luiz, 32 anos, escritor e pesquisador.